Espaço maker: aprendendo na prática

Mãos na massa! Colocar o aprendizado em prática é, comprovadamente, muito mais efetivo para reter o conhecimento. Nesse sentido, a cultura maker possui um grande potencial para enriquecer o ensino dos estudantes.

Mais do que um ambiente personalizado ou uma sala de informática, os espaços makers são próprios para estimular a criatividade, interação e autonomia dos alunos. Tudo isso com materiais, ferramentas e tecnologias que incentivem esse processo.

Sendo assim, a cultura maker nada mais é do que um convite ao protagonismo de novas ideias e criações. Uma das bases dessa metodologia é o “Do It Yourself” — traduzindo: Faça você mesmo. Isso permite que o aluno não seja apenas espectador da sua aprendizagem, mas que possa experimentar e conhecer na prática!

Como resultado, espaços makers surgem como aliados ao aprendizado, fazendo com que a escola seja um catalisador de novos projetos, inclusive, motivando os alunos a saírem da caixa. Além de tornar o colégio um ambiente colaborativo, havendo mais interação entre os estudantes e professores.

O espaço ou sala maker pode contar com uma série de tecnologias, entre elas máquinas de fabricação digital, como impressoras 3D e cortadoras a laser, permitindo assim que os mais variados tipos de soluções possam ser criadas e testadas.

Porém, é possível também trazer materiais e recursos tradicionais de sala de aula — cartolina, cola, isopor, fita adesiva — e propor uma outra abordagem de ensino para motivar os alunos a criarem, trazerem soluções, desenvolverem suas habilidades e transformarem suas ideias em algo concreto.

E ainda, em turmas do 9º ano, por exemplo, a cultura maker pode despertar interesses e habilidades indispensáveis para o mercado de trabalho, como liderança, proatividade e condições técnicas para lidar com a tecnologia.

 

Espaço maker Stella Maris: desde desenvolvimento de apps a eletrônica básica

 

A abordagem STEM (Science, Technology, Engineering and Math ou Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em português) está muito ligada ao movimento maker.  Ela traz o aprendizado de maneira multidisciplinar e mais abrangente dos conteúdos.

Assim, pensando em proporcionar um ensino cada vez mais personalizado e transformador, na unidade Juvevê, do Colégio Stella Maris, há um Espaço Maker com foco no pensamento computacional para a Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental.

Nas aulas, os alunos poderão desenvolver aplicativos e outros projetos em um laboratório equipado com impressora 3D, cortadora a laser e diversos equipamentos. Tudo preparado para estimular a criatividade e a curiosidade dos estudantes. Além de aulas de eletricidade e eletrônica básica, assim como suas aplicações.

Da mesma forma, a unidade Água Verde dispõe de um espaço maker com foco no pensamento computacional para a educação infantil aos anos finais do ensino fundamental.

O Pensamento Computacional é uma prática que tem o intuito de desenvolver habilidades relacionadas ao reconhecimento e resolução de problemas por meio de diferentes tecnologias digitais como programação, robótica, internet das coisas e inteligência artificial.

As aulas acontecem em um espaço preparado especialmente para a disciplina. Nele, são utilizadas metodologias ativas de ensino e aprendizagem baseada em projetos e jogos para engajar os alunos a desenvolverem competências indispensáveis para o futuro.

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