Educação Infantil, Fundamental I e II

A proposta de trabalho visa à formação do aluno em todas as dimensões: bio-psico-social-existencial, ou seja, é necessário um trabalho que tenha como princípio a formação do homem de modo integral, trabalhando com eixos que darão suporte para uma educação sólida e possibilitando a atuação consciente do aluno na sociedade. Entre os eixos trabalhados, destacamos a formação para o exercício da cidadania, os valores, o respeito à diversidade, a qualidade de vida e a metacognição, aqui entendida como o objetivo principal a ser alcançado ao se trabalhar com o conhecimento científico, cuidadosamente selecionado.

A infância é entendida não como um acontecimento estático, mergulhado em um vazio social, mas sim como um fenômeno concreto (material e imaterial) e, por isso, mediatizado por temas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo.

Entende-se que esta concepção suscita a possibilidade de superação do conceito de criança como ser incapaz, dando voz e vez a ela, e ainda propõe um caminho teórico que fornece elementos para se (re)pensar a educação de crianças pequenas. Espera-se que tal caminho seja capaz de contagiar os educadores de crianças, levando-os a ouvi-las, vê-las em suas necessidades, tocá-las com seu cuidado intencional educativo, percebê-las em seus gostos e preferências, legitimando a identidade e valores, e reconhecendo-as como sujeito da História.

Espera-se formar o aluno para:

  • Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
  • Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;
  • Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
  • Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
  • Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente, e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;
  • Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
  • Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos, e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;
  • Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas, valorizando a diversidade.

O Colégio Stella Maris optou por trabalhar na linha Progressista “Histórico-Crítica”.

A Pedagogia Histórico-Crítica olha para a totalidade como possibilidade de entender a realidade para além do fenômeno, para além das aparências. Toma-se a contradição, não como justificativa para as incoerências, mas como possibilidade de avanço. Busca-se, na concreticidade – contraditória – as mediações para o entendimento da totalidade (que não é única e nem estática).

Portanto, pretendemos desenvolver um trabalho sério, consistente, de qualidade e necessário. Para tal, precisamos entender que o processo de construção do conhecimento pelo indivíduo ocorre quando suas experiências anteriores são levadas em consideração, pois possibilitam novas construções, além das relações que o indivíduo estabelece com o ambiente em que vive, num determinado contexto histórico.

O Colégio Stella Maris, ao optar pela concepção Progressista na Pedagogia Histórico-Crítica, fundamenta-se nos estudos de Vygotsky e Saviani para subsidiar o trabalho metodológico da escola, ou seja, para entender como ocorre o processo de aprendizagem na teoria sociocultural e qual deve ser a didática do professor.

Os pais deixam seus filhos na sala de aula, onde também buscam-nos ao término das atividades. Para que os alunos possam ter um trabalho coeso, há o estabelecimento de uma rotina no cotidiano escolar, quando são trabalhados para desenvolverem certas atividades necessárias ao processo pedagógico.

Ensino Médio

A proposta de trabalho visa à formação do aluno em todas as dimensões: bio-psico-social-existencial, ou seja, é necessária uma atividade que tenha como princípio a formação do homem de modo integral, trabalhando com eixos que darão suporte para uma educação sólida e, assim, possibilitando a atuação consciente do aluno na sociedade. Entre os eixos trabalhados, destacamos a formação para o exercício da cidadania, os valores, o respeito à diversidade, a qualidade de vida e a metacognição, aqui entendida como o objetivo principal a ser alcançado ao se trabalhar com o conhecimento científico, cuidadosamente selecionado.

Os jovens são reconhecidos como categoria social com potencial de intervenção na sociedade, como também de sua mudança. São muito mais que números, são a expressão mais concreta da sociedade.

É no período da juventude que as forças formativas estão começando a existir e, por isso mesmo, pode-se aproveitar mais facilmente o poder modelador de situações novas. Sendo assim, o jovem é aquele que pode aproveitar o conhecimento já adquirido pelos seus antecessores sem as marcas que a aquisição e construção do saber trouxeram. Dessa forma, o jovem fica livre para ter ideias novas e melhores que as anteriores. Por isso, o jovem é considerado o fator de introdução de mudanças na sociedade.

Espera-se formar o aluno para:

Promover um trabalho interdisciplinar em que os conteúdos respondam às exigências de um conhecimento dinâmico e amplo, beneficiando o crescimento discente;
Garantir a permanência do aluno na escola, principalmente aqueles que apresentam maiores dificuldades e que necessitam de mais tempo para superá-las, por meio de programas especiais;

Oportunizar reflexões para o redimensionamento da prática pedagógica que permita ao aluno ser sujeito da sua própria aprendizagem;

Proporcionar ambiente favorável à autorrealização, desenvolvimento da consciência crítica e justa para que cada um se torne agente transformador da sociedade;

Formar alunos com sólidos conhecimentos e habilidades, que desenvolvam hábitos intelectuais e técnicas de trabalho que lhes permitam prosseguir os estudos com competência;

Buscar, selecionar e interpretar criticamente informações;

Comunicar ideias por diferentes linguagens;

Formular e solucionar problemas;

Formar o aluno para ter hábitos adequados de estudo, saber trabalhar em grupo e ter qualidades como empenho, organização, flexibilidade e tolerância;

Formar pessoas que atuem de forma ativa na vida social e cultural, que respeitem os direitos, as liberdades fundamentais do ser humano e os princípios da convivência democrática;

Formar alunos que compreendam a cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres;

Formar alunos que utilizem o diálogo como forma de mediar conflitos e se posicionem contra a discriminação social e preconceitos voltados à raça, cor e gênero;

Capacitar alunos para que tenham interesse por diferentes formas de expressão artística e cultural;

Desenvolver pessoas saudáveis e autônomas, com grande capacidade de inserção social, que tenham conhecimento de suas características físicas, cognitivas e emocionais, que sejam capazes de resistir a frustrações e de analisar a consequência dos seus atos, e que realizem projetos pessoais;

Mediar o cumprimento dos deveres de todos, tendo como ponto de partida a conscientização de que cada um conquista seu espaço à medida que age de acordo com o bem comum. Enaltecer a vivência de valores de ordem superior como qualidades inerentes a cada indivíduo, promovendo uma cultura de paz;

Despertar a consciência ecológica tendo em vista que somente por meio do desenvolvimento sustentável, o equilíbrio no planeta será mantido;

​​Compreender a si mesmo e a natureza como um todo dinâmico, enquanto parte integrante do mundo em que vive, sendo agente de transformações.

O Colégio Stella Maris optou por trabalhar na linha progressista “Histórico-Crítica”.

Com a Pedagogia Histórico-Crítica, olha-se para a totalidade como possibilidade de entender a realidade para além do fenômeno, para além das aparências. Toma-se a contradição, não como justificativa para incoerências, mas como possibilidade de avanço.

Busca-se, na concreticidade – contraditória – as mediações para o entendimento da totalidade – que não é única e nem estática.

Portanto, desenvolvemos um trabalho sério, consistente, de qualidade e necessário. Para tal, entendemos que o processo de construção do conhecimento pelo indivíduo ocorre quando suas experiências anteriores são levadas em consideração, pois possibilitam novas construções, além das relações que o indivíduo estabelece com o ambiente em que vive, num determinado contexto histórico.

A construção do conhecimento, dessa forma, apresenta-se com caráter inovador, buscando constantemente a transformação social, valorizando o indivíduo como ser presente, que participa de grupos libertos, atuantes, levando o aluno a ser mais crítico, investigador e pesquisador dos seus conhecimentos.

É necessário criar pontes entre a aprendizagem e a vida concreta. Por meio da comunicação, de novas linguagens, o pensamento do professor deve interagir com o do aluno, produzindo um conhecimento vivo e trazendo novos questionamentos para a sua vida.

Sendo assim, a fundamentação da nossa proposta está na Pedagogia Progressista, na qual a escola é condicionada pelos aspectos sociais, políticos e culturais, mas contraditoriamente existe nela um espaço que aponta a possibilidade de transformação social.

A educação possibilita a compreensão da realidade histórico-social e explicita o papel do sujeito construtor/transformador dessa mesma realidade.

É na teoria crítica, a qual sustenta a finalidade sociopolítica da educação, que buscamos, por meio da tendência Histórico-Crítica, sustentar nosso trabalho.

Os valores cultivados dentro dessa teoria são a visão histórico-social do mundo, a solidariedade pelo fim da opressão social, a autonomia de consciência e o senso crítico, a liberdade historicamente situada e a responsabilidade como compromisso social.

O Colégio Stella Maris, ao optar pela concepção Progressista na Pedagogia Histórico-Crítica, fundamenta-se nos estudos de Vygotsky e Saviani para subsidiar o trabalho metodológico da escola, ou seja, para entender como ocorre o processo de aprendizagem na teoria sociocultural e qual deve ser a didática do professor.

Priorizando as interações entre os próprios alunos e deles com o professor, o objetivo da escola, então, é fazer com que os conceitos espontâneos, que as crianças desenvolvem na convivência social, evoluam para o nível dos conceitos científicos, parte de um sistema organizado de conhecimentos adquiridos pelo ensino. Nesse sentido, o mediador é quem ajuda a criança a concretizar um desenvolvimento que ela ainda não atinge sozinha.

O aluno não é tão somente o sujeito da aprendizagem, mas aquele que aprende junto ao outro o que o seu grupo social produz, tal como: valores, linguagem e o próprio conhecimento.

A escola possui objetivos educacionais voltados a desenvolver as funções psicológicas e cognitivas de seus alunos. É necessário partir das potencialidades do aprendiz, permitir o amadurecimento intelectual, com currículo que forneça as condições necessárias para desenvolver os conceitos científicos.

Os pais deixam seus filhos no Colégio, onde também os buscam ao término das atividades. Para que os alunos possam ter um trabalho coeso, há o estabelecimento de uma rotina no cotidiano escolar, quando são trabalhados para desenvolverem certas atividades necessárias ao processo pedagógico.